Arquivo de 10 km

Corrida da Linha 2018 – Serviços mínimos.

Posted in 2018 / 2019, As minhas corridas with tags , , , on 21 de Setembro de 2018 by José Pedro

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Verdade seja dita, não estava muito “inspirado” para esta corrida. Para além de não me sentir em grande forma, também acordei com as vias nasais completamente entupidas o que não iria facilitar nada a minha tarefa.

O dia estava fantástico e depois de um bom aquecimento lá fui para a linha de partida, bem cá para trás no pelotão.

Como não havia partida com separação por tempos, as primeiras centenas de metros foram num constante zig zag e no acelera / trava. Assim que se apanhou a primeira subida à saída de Cascais, o pelotão alongou e comecei a ter espaço para meter um ritmo mais certo. Passei pela subida do Estoril sem grandes dificuldades, mas também não foi muito à vontade . Tentei meter um ritmo mais vivo, mas o dia não estava para isso e não tive outro remédio senão deixar-me ir.

5 Km : 24:33 min.

Consegui manter o ritmo nos 4:50 min/km até que senti uma vontade de “perder peso” que estava a incomodar-me. Aproveitando a passagem pela partida da caminhada fiz uma paragem técnica no WC e segui já mais confortável. O conforto não durou muito tempo, à passagem dos 8 kms senti o ritmo a baixar e a sentir o desgaste da prova.  Como não tinha já grandes objectivos deixei-me ir, tentando não cair na tentação de deixar o ritmo ir por ali a baixo. Só puxei um pouco mais depois da ultima curva e tendo a meta à vista.

Tempo Oficial: 51:26 min.

Tempo Real: 50:26 min

Tempo Real s/ WC: 49:34 min.

É uma prova que se pode considerar uma falsa fácil já que tem algumas subidas e o vento sopra em sentido contrário. A organização foi bastante boa e apostou em dois abastecimentos. Para ser perfeita bastava fazer a separação da partida por tempos.

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VII Memorial Francisco Lázaro 2018 – Subir e descer.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 19 de Julho de 2018 by José Pedro

Memorial Francisco Lazaro

Pela terceira vez participei nesta prova que o percursos muito me diz pessoalmente. Não Sabia bem o que esperar em termos de resultados, sabendo da dureza da prova e tendo o desgaste de Peniche.

Meti-me na calda do pelotão e tentei sair cauteloso. Mesmo sentindo as pernas algo cansadas, iam respondendo bem e o ritmo até era bastante vivo para meu espanto. Na primeira grande subida perto dos 2 quilómetros, aguentei-me bem sempre num ritmo controlado. Sabia que até um pouco depois dos 5 quilómetros era quase sempre a subir e tentei meter um ritmo certo e constante. Já no final da subida o desgaste veio ao de cima e o ritmo baixou consideravelmente.

5 km – 24:56 min.

Logo a seguir à passagem dos 5 quilómetros a subida acabava finalmente. Tentei ganhar algum fôlego e aos poucos ia tentando aumentar o ritmo aproveitando a descida. Após a ultima subida pouco depois dos 8 quilómetros, forcei o ritmo. As pernas não estavam a reagir como pretendia e só pretendia não cair na tentação de relaxar. Fui em esforço até à meta e cheguei com a satisfação de mais uma prova terminada.

Tempo Real: 48:05 min.

Tempo Oficial: 48:19 min.

Apesar do desgaste fiz o meu melhor resultado nesta prova.

17ª Corrida do Oriente 2018 – Foi o possível.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 5 de Junho de 2018 by José Pedro

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Pela segunda vez participei na Corrida do Oriente. Conheço bastante bem o percurso por ser um local onde realizo muitos treinos longos e seria a primeira vez que iria participar numa prova em circuito com duas voltas quase idênticas.

Meti-me mais na cauda do pelotão e as primeiras centenas de metros foram feitos em constante zig-zag a tentar arranjar espaço para meter o meu ritmo de forma confortável. Assim que apanhei espaço livre meti um ritmo confortável e vivo, mas foi de pouca duração. Ao passar num passadiço de madeira tive que abrandar devido ao estreitamento da via e para piorar um pouco as coisas veio logo de seguida piso irregular o que não ajudou nada a manter o ritmo. Naturalmente, quando o piso melhorou a passada tornava-se mais viva. Um pouco antes dos 5 km iniciei a segunda volta ao circuito.

5 km: 24:23 min.

Até chegar novamente à zona de piso irregular o ritmo foi sempre constante e os quilómetros foram passando sem grandes dificuldades, mas assim que o piso piorou tudo se alterou. O ritmo baixou, sentia-me desconfortável e tinha grande preocupação em colocar bem o pé. A 1,5 km da meta aproveitei a melhoria do piso para voltar a acelerar. Terminei a prova bastante bem fisicamente e muito se deveu às constantes alterações de piso que não me deixou ir todo o percurso na “red line”.

Tempo Real: 47:49 min.

Tempo Oficial: 48:07 min.

Se o percurso não for alterado penso que será a minha ultima participação nesta prova. As alterações constantes do tipo de piso e em mau estado em algumas partes do percurso exigem atenção redobrada para evitar lesões o que tira um pouco o prazer da corrida. Também faltou a marcação do quilómetros que para quem não tem relógio com gps pode ser um pouco desconfortável não saber que distância falta para terminar.

 

G. P. Natal – I feel good!

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 19 de Dezembro de 2017 by José Pedro

G P Natal 2017

Cinco anos depois regresso ao G. P. Natal e muito posso agradecer a um amigo que me arranjou um dorsal à ultima da hora. Como a manhã estava fria fiz um bom aquecimento e dirigi-me para a minha de partida. Como ia sair do “canhão” dos mais de 60 minutos, optei por ir no inicio mais lento (já que tinha tantos atletas à minha frente) e depois tentar abrir um pouco o passo assim que tivesse espaço livre.

Coloquei-me no fundo do pelotão e sai calmamente evitando a todo o custo o tentador zig-zag por entre atletas mais lentos. A subido nas primeiras centenas de metros alongou o pelotão e logo após contornar o Jardim da Luz fiquei com espaço para imprimir um ritmo mais vivo. As voltinhas em Telheiras e até à passagem pelo Estádio de Alvalade ajudaram a manter um ritmo controlado e estável. Assim que entrei no Campo Grande pensei em meter um ritmo mais vivo.

5 km – 24:34 min.

Conhecendo bem o percurso arrisquei a aumentar a velocidade, optando sempre nos túneis por descansar na descida, manter lá dentro e forçar na subida. À saída do ultimo túnel e já com o Saldanha à vista, bebi o ultimo gole de água e tentei recuperar um pouco o fôlego para a longa descida. Assim que senti o piso a piso a descer fui aumentando o ritmo gradualmente e estabilizei onde me sentia confortável. Aproveitei novamente para ganhar fôlego no Marquês de Pombal e à entrada da Avenida da Liberdade puxei o corpo até ao limite fazendo o ultimo quilómetro em 3:55 min/km.

Tempo Real: 46:48 min.

Tempo oficial: 49:40 min.

Fiquei bastante agradado com a minha prestação, desde a minha lesão em 2014 que não fazia os dez quilómetros tão rápidos e consistentes.

Corrida Sportzone com os Campeões – duas estreias numa só corrida.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , , , , on 18 de Janeiro de 2017 by José Pedro

Domingo foi a minha estreia a dobrar: participei numa prova do nacional de estrada e corri com a ” amarelinha ” da Marcha e Corrida do Jamor.

Geralmente as corridas ao inicio da tarde nunca me trazem boas recordações. Por muito cuidado que tenha nas refeições do dia é raro não sentir o estômago pesado e algumas vezes desarranjos intestinais.

Depois do aquecimento com o restante ” gang do Jamor “, lá me posicionei no fim do pelotão, já que o dia era de craques e não queria estorvar ninguém.

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Sai calmamente e aproveitando a descida até à Marginal tentei meter um ritmo vivo, mas contido, já que a seguir tinha que enfrentar o Alto da Boa Viagem que foi ultrapassada de uma forma calma. Conhecendo bem o percurso ( local de muitos treinos ) estabilizei o ritmo nos 4:50 min/km até chegar ao retorno. Assim que dei a volta senti logo o ritmo a baixar devido ao vento contrário. Tentei adaptar-me à dificuldade e numa tentativa de não me desgastar muito fixei o ritmo nos 5:00 min/km.

5 Km: 24:51 min.

O ritmo continuava certinho. Tentei encostar-me a um grupo que ia um pouco mais à frente para me proteger do vento, mas foi impossível. O ritmo era muito idêntico e a distância mantinha-se. Assim que passei a estação de comboios da Cruz Quebrada, com o vento a mudar de direcção, aumentei novamente o ritmo. Mesmo sentido-me bem tentei não cair em loucuras já que tinha no meu pensamento a subida que iria enfrentar no ultimo quilómetro. Os primeiros 500 metros da subida ainda aguentei bem, mas com a inclinação a aumentar não tive outra hipótese senão baixar bastante o ritmo. Assim que o terreno ficou plano, ganhei fôlego e arranquei em direcção à meta a toda a velocidade e terminei com um tempo um pouco acima do que tinha previsto.

Tempo Real: 50:06 min.

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Gostei imenso da prova, bem organizada, percurso diversificado e ambiente muito electrizante.

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42ª São Silvestre da Amadora -Uma estreia anunciada há muito.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , on 2 de Janeiro de 2017 by José Pedro

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No ultimo dia de 2016 fechei o ano com a minha estreia na São Silvestre da Amadora. Quando era ” puto ” era obrigatório na noite de passagem de ano ir ver a São Silvestre e poder aplaudir alguns dos nossos craques que preenchiam o meu imaginário.

Passados uns bons anos resolvi voltar à Amadora no ultimo dia do ano, mas desta vez por dentro da corrida e poder assim sentir o calor da população que tanto puxa pelos atletas.

Como a tarde estava fria apostei num bom aquecimento, ainda vi a partida da elite feminina e só a cinco minutos da partida tomei a minha posição no fim do pelotão à espera do tiro de partida.

Tendo a maioria do pelotão à minha frente e sabendo que o percurso não é nada fácil resolvi adoptar uma estratégia cauteloso e sai num ritmo bastante calmo. Os primeiros dois quilómetros foram sempre a subir. Deixei-me ir sem entrar no desgastante zig-zag e assim que entrei na descida recuperei o fôlego e aumentei progressivamente o ritmo até chegar a um que fosse confortável para mim. Impulsionado pelo entusiasmo dos esperadores os quilómetros foram passando rapidamente.

5 km – 25:05 min.

Logo após o abastecimento tivemos que enfrentar uma curta, mas inclinada subida. Aguentei-me o melhor que consegui e assim que o terreno ficou mais plano tentei aumentar novamente o ritmo. Depois de enfrentar uma ultima subida pouco depois dos sete quilómetros, lancei-me com toda a energia em direcção à meta.O publico incentivava calorosamente o que obrigava as pernas a correrem mais. Durante  dois quilómetros fui contagiado pelo entusiasmo dos espectadores e o ritmo ia aumentando a casa passada. Cortei a meta na Amadora pela primeira e com a promessa de voltar mais vezes.

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Tempo Real: 49:12 min.

Tempo oficial: 50:05 min.

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Fotografia: AMMA Desporto

Corrida das Castanhas 2016 -Estreia.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , , on 14 de Novembro de 2016 by José Pedro

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Finalmente fiz a minha estreia nesta corrida. Sai cedo de casa, deixei o carro na meta e dirigi-me para a linha de partida de autocarro.

Conhecendo minimamente as dificuldades do percurso, tinha em mente fazer uma abordagem calculista no primeiros 8 quilómetros que são um verdadeiro carrossel de sobe e desce, ficando assim resguardado para os últimos 2 quilómetros o resto da energia já que são sempre a descer.

Depois de um bom aquecimento com mais dois membros do gang do Jamor, lá fomos para a linha de partida.

Saímos com bastante calma, já que a estrada estreia não deixava espaço para muito mais. Os primeiros três quilómetros foram feitos tipo circuito à volta da Alameda Keil do Amaral, sempre com pequenas subidas ou descidas que não provocavam grande moça. A caminho do Pina Manique aproveitei uma boa descida para recuperar algumas energias e preparar-me para a maior dificuldade da prova.

5 km: 25:07 min.

Após o abastecimento tentei hidratar-me e refrescar-me tendo sempre o cuidado de não deixar cair muito o ritmo. A partir do quilómetro 6 a estrada começou a empinar e as dificuldades a aumentar. Tentei meter um ritmo certo de poupança, mas com o aumento da inclinação tive que baixar ainda mais o ritmo. Depois de 2 quilómetros sempre a subir iniciou-se a longa descida até à Ajuda. Numa primeira fase tentei recuperar o fôlego da longa subida e aos poucos e poucos fui aumentando o ritmo. A descida era tão acentuada e a velocidade era tanta que optei por pôr um limite para minha segurança. Terminei a prova a alta velocidade e cheio de energia.

Tempo Real: 47:35 min.

Tempo Oficial: 47:59 min.

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Gostei imenso da prova, principalmente por ser numa zona que conheço bem e que sai um pouco fora do eixo Algés / Cais do Sodré. No final um ” miminho ” da organização, castanhas assadas e água pé. A ” cereja em cima do bolo ” foi ter feito o melhor resultado na distância desde que voltei da lesão em 2015.

Fotos Patrícia Silva.

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