Nike Zoom Vomero 11

Posted in 2018 / 2019, Treino with tags , , on 30 de Agosto de 2018 by José Pedro

vomero11-03

Os meus novos companheiros de corrida já estão escolhidos: os Nike Zoom Vomero 11.

Nos últimos anos tenho escolhido esta marca não só pela relação preço qualidade, mas também pela durabilidade e qualidade dos mesmos.

Estive tentado a trocar de marca, mas o receio de não ficar bem servido e de a outra marca não ter tão acentuadas determinadas características que procuro numas sapatilhas fez-me recuar.

Vou testamos em vários tipos de treinos e de pisos e irei fazer uma breve avaliação do seu comportamento.

Anúncios

Balanço da Época 2017 / 2018.

Posted in 2017 / 2018 with tags on 15 de Agosto de 2018 by José Pedro

hp_201806w4_hero_slot3_970x440

Não me posso queixar da época que terminou!

Desde a minha grave lesão de 2014 que não me sentia tão forte e não tinha resultados tão bons.

É certo que perdi bastante velocidade nas provas mais curtas (principalmente nos 10 kms), mas em contrapartida sinto-me mais à vontade em provas longas e em corridas mais duras em termos de altimetria.

Prova disso foi o meu segundo melhor resultado de sempre na meia-maratona, bati dois records pessoais por larga margem em provas que de planas pouco tinham.

Também este ano desportivo marcou o meu regresso à maratona! Foi muito motivador voltar a correr a mítica distância. Lamento não conseguir alcançar os dois objectivos que tinha para esta prova: terminar sem parar e bater o meu RP.

Certamente ficará para a próxima!

10 Km: 4

15 Km: 1

Meia-Maratona: 1

Maratona: 1

 

VII Memorial Francisco Lázaro 2018 – Subir e descer.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 19 de Julho de 2018 by José Pedro

Memorial Francisco Lazaro

Pela terceira vez participei nesta prova que o percursos muito me diz pessoalmente. Não Sabia bem o que esperar em termos de resultados, sabendo da dureza da prova e tendo o desgaste de Peniche.

Meti-me na calda do pelotão e tentei sair cauteloso. Mesmo sentindo as pernas algo cansadas, iam respondendo bem e o ritmo até era bastante vivo para meu espanto. Na primeira grande subida perto dos 2 quilómetros, aguentei-me bem sempre num ritmo controlado. Sabia que até um pouco depois dos 5 quilómetros era quase sempre a subir e tentei meter um ritmo certo e constante. Já no final da subida o desgaste veio ao de cima e o ritmo baixou consideravelmente.

5 km – 24:56 min.

Logo a seguir à passagem dos 5 quilómetros a subida acabava finalmente. Tentei ganhar algum fôlego e aos poucos ia tentando aumentar o ritmo aproveitando a descida. Após a ultima subida pouco depois dos 8 quilómetros, forcei o ritmo. As pernas não estavam a reagir como pretendia e só pretendia não cair na tentação de relaxar. Fui em esforço até à meta e cheguei com a satisfação de mais uma prova terminada.

Tempo Real: 48:05 min.

Tempo Oficial: 48:19 min.

Apesar do desgaste fiz o meu melhor resultado nesta prova.

Corrida das Fogueiras 2018 – I love Peniche.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 4 de Julho de 2018 by José Pedro

Captura de Ecrã (3)

Pela terceira vez participei na famosa corrida de Peniche. Tinha em mente fazer um bom resultado, mas depois de alguns treinos menos bem sucedidos a confiança não estava no seu melhor.

Depois de deambular pela cidade a sentir o ambiente, fui-me equipar e fazer um ligeiro aquecimento.

Coloquei-me na linha de partida e quando foi dado o tiro de partida sai calmamente sem me meter em confusões. Rapidamente imprimi um ritmo confortável e vivo, mas passado pouco tempo o percurso ficou mais estreito e o ritmo baixou ligeiramente. Não me queria meter no desgastante zig-zag e deixei-me ir no ritmo do pelotão. Aos poucos o espaço foi aparecendo e aproveitei para meter um ritmo mais animado. O regresso à cidade marcou o inicio das subidas, mesmo que ligeiras.

5 km: 24:45 min.

Depois percorrer algumas artérias da cidade, a verdadeira corrida das fogueiras iria começar ao chegar à marginal. O sobe e desce constante, apimentada com um vento de norte trazia algumas dificuldades. Como o corpo estava a reagir bem, o ritmo estava vivo e dentro dos meus objectivos.

10 km: 49:04 min.

Logo a seguir ao abastecimento apareceu a subido mais complicada da noite. Não é muito íngreme, mas é um pouco longa e com o vento de frente, não foi nada fácil. Ultrapassada esta dificuldade, recuperei o fôlego, refresquei com a chuva que caia e tentei embalar para a meta. O ritmo foi aumentando naturalmente até ao ultimo quilómetro. Ao entrar novamente na vila, as forças começaram a faltar e o empedrado escorregadio da chuva obrigaram-me a ter cauteloso. O objectivo estava cumprido e só queria terminar bem.

Tempo Real: 1:14:09 h

Tempo Oficial: 1:14:50 h.

Na minha opinião esta é uma das melhores provas Portuguesas, tanto pela organização como pelo ambiente. Pessoalmente correu-me bastante bem, tendo feito o melhor tempo nesta corrida.

 

17ª Corrida do Oriente 2018 – Foi o possível.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 5 de Junho de 2018 by José Pedro

doc-1

Pela segunda vez participei na Corrida do Oriente. Conheço bastante bem o percurso por ser um local onde realizo muitos treinos longos e seria a primeira vez que iria participar numa prova em circuito com duas voltas quase idênticas.

Meti-me mais na cauda do pelotão e as primeiras centenas de metros foram feitos em constante zig-zag a tentar arranjar espaço para meter o meu ritmo de forma confortável. Assim que apanhei espaço livre meti um ritmo confortável e vivo, mas foi de pouca duração. Ao passar num passadiço de madeira tive que abrandar devido ao estreitamento da via e para piorar um pouco as coisas veio logo de seguida piso irregular o que não ajudou nada a manter o ritmo. Naturalmente, quando o piso melhorou a passada tornava-se mais viva. Um pouco antes dos 5 km iniciei a segunda volta ao circuito.

5 km: 24:23 min.

Até chegar novamente à zona de piso irregular o ritmo foi sempre constante e os quilómetros foram passando sem grandes dificuldades, mas assim que o piso piorou tudo se alterou. O ritmo baixou, sentia-me desconfortável e tinha grande preocupação em colocar bem o pé. A 1,5 km da meta aproveitei a melhoria do piso para voltar a acelerar. Terminei a prova bastante bem fisicamente e muito se deveu às constantes alterações de piso que não me deixou ir todo o percurso na “red line”.

Tempo Real: 47:49 min.

Tempo Oficial: 48:07 min.

Se o percurso não for alterado penso que será a minha ultima participação nesta prova. As alterações constantes do tipo de piso e em mau estado em algumas partes do percurso exigem atenção redobrada para evitar lesões o que tira um pouco o prazer da corrida. Também faltou a marcação do quilómetros que para quem não tem relógio com gps pode ser um pouco desconfortável não saber que distância falta para terminar.

 

Meia Maratona de Cascais 2018 – melhor só em 2013.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , , on 22 de Fevereiro de 2018 by José Pedro

 

Meia Maratona Cascais 2017

Domingo fiz a minha estreia na Meia Maratona de Cascais. Depois de várias participações nos 20 km de Cascais, o percurso não tinha grandes segredos e ia tentar dar o meu melhor. Tentei aquecer bem e fui para a linha de partida, entrando no separador dos sub 1:45 h.

Sabendo que a primeira parte da prova não é fácil, tentei por um ritmo moderado e cauteloso. Ter saído no separador dos sub 1:45 h facilitou essa tarefa e evitei assim o natural desgaste das mudanças de ritmo. Após as primeiras dificuldades dos primeiro 2,5 kms, tentei impor um ritmo um pouco mais vivo e abaixo dos 5:00 min./km. Assim que entrei na estrada do Guincho e aproveitando o declive favorável, acelerai um pouco mais mas sempre tendo em atenção as dificuldades do retorno.

5 km: 24:46 min.

O ritmo ia sendo inconstante muito devido ao vento que ia sendo mais forte conforme ia aproximando do Guincho. A minha preocupação era tentar ter o menor desgaste possível sem comprometer os meus objectivos em termos de tempo final. Por volta dos 8 kms consigo alcançar o marcador de ritmo dos 5:00 min/km. Foi um pouco mais cedo que que pretendia, mesmo assim como me sentia confortável deixei-me ir sem receios de poder pagar mais tarde. Com o vento a não dar descanso, resolvo apanhar “boleia” de dois atletas que iam num ritmo idêntico ao meu, assim ia um pouco mais abrigado do vento.

10 km: 49:34 min.

A minha “boleia” estava a resultar muito bem e conseguia estabilizar o ritmo até ao retorno onde sem a dificuldade do vento senti o ritmo a acelerar naturalmente. A minha “boleia” tinha ficado para trás e consegui estabilizar o ritmo um pouco abaixo do que tinha feito, mesmo sendo o percurso com uma inclinação desfavorável.

15 km: 1:13:06 h.

O ritmo continuava estável e quanto mais me aproximava da meta maiores eram as dificuldades com a inclinação desfavorável.  Sabendo da grande dificuldade dos 17,5 km onde a inclinação é mais acentuada, tentei poupar-me um pouco antes e enfrentar assim a “besta negra” de uma forma mais enérgica. Liguei o “cruise control” e enfrentei tão penosa subida sem grandes oscilações de ritmo. Assim que o terreno ficou menos inclinado, tentei recuperar o fôlego e aos poucos voltei a um ritmo mais vivo. Sabendo que o ultimo quilometro é quase todo a descer, arrisquei e levei o meu corpo aos limites da energia que ainda tinha até cortar a linha de meta.

Tempo Real: 1:42:25 h

Tempo Real: 1:42:53 h

 

Meia Maratona Cascais 2017(1)

Desde a minha lesão de 2014 que não conseguia fazer as provas longas abaixo dos 5:00 min/km, o que me deixou bastante satisfeito e com motivação para fazer melhores resultados. Para além disso é o meu segundo melhor resultado de sempre numa meia maratona.

MeiaMaratonaCascais_172-page-001

São Silvestre da Amadora 2017 – Contra todas as probabilidades.

Posted in 2017 / 2018, As minhas corridas with tags , , on 4 de Janeiro de 2018 by José Pedro

São Silvestre da Amadora 2017

Quais são as probabilidades de dois anos seguidos, na mesma prova, com o mesmo percurso fazermos exactamente o mesmo tempo?

Penso que são poucas, mas aconteceu!

Fui participar pela segunda vez nesta prova com esperança de fazer um pouco melhor que no ano passado, mesmo sabendo que ia ser complicado devido ao desgaste do plano de treinos que ando a seguir para outra prova e aos quilos a mais que o Sr. Pai Natal me ofereceu.

Depois do aquecimento, coloquei-me na parte de trás do pelotão. Comecei com um ritmo bastante calmo já que os dois primeiros quilómetros são sempre a subir. O pelotão ia alongando e aos poucos ia pondo um ritmo mais vivo, mas em gestão de esforço. Aproveitava sempre o terreno plano e a descer para recuperar forças e aumentar a passada.

5 km: 25:23 min.

Logo após o abastecimento apareceu a sempre temida subida dos comandos. Liguei o “cruise control” num ritmo certo numa tentativa de não perder muito tempo e de não ter um desgaste excessivo. No cimo tentei recuperar o fôlego e aos poucos voltei a aumentar o ritmo. Assim que enfrentei a ultima subido pouco depois dos sete quilómetros, sabia que o pior já tinha passado e aumentei o ritmo perto do meu limite. Os espectadores puxavam pelos atletas tornando a tarefa mais fácil. A trezentos metros da meta já estava a consumir as reservas de energia que ainda tinha e já não consegui fazer a minha habitual ponta final mais rápida.

Tempo Oficial: 50:29 min.

Tempo Real: 49:12 min.

O meu objectivo de melhorar o meu tempo não foi alcançado, mas por incrível que pareça fiz o mesmo tempo que no ano passado. Fantástico!