Nike Zoom Vomero 9 – já foram testados.

Posted in 2016 / 2017, Dicas, Uncategorized with tags , , , on 27 de Setembro de 2016 by José Pedro

wp_20160914_07_10_27_proDepois de quinze dias a treinar com os minhas novas sapatilhas Nike Zoom Vomero 9, em que fiz diversos tipos de treino ( séries, longos, recuperação e tempos ) e em diversos tipos de piso ( asfalto, empedrado, terra batida e relva ) já posso ter uma opinião concreta de sobre as características mais importantes para um corredor:

1 – Adaptação ao pé: o pé esquerdo adaptou-se facilmente, até parece que é uma sapatilha usada à muito. Quanto ao direito, sinto uma fricção fora do normal logo a seguir ao dedo grande que penso que com o tempo ficará resolvido.

2 – Conforto: muito confortáveis e bem ventilados.

3 – Estabilidade: são muito estáveis quando são usados no piso para o qual foram pensados, mesmo na terra batida e na relva. Em pedra solta nota-se que o seu desempenho já não é tão bom.

4 – Amortecimento: muito bom amortecimento, sente-se que o impacto com o chão é muito suave.

5 – Peso: Muito leve.

6 – Tipo de uso: é uma sapatilha multi-funções, tanto pode ser usada em treinos suaves como mais duros que o seu desempenho é sempre agradável.

Penso que fiz uma boa compra. É uma sapatilha que satisfaz as minhas exigências e que serve tanto para treinos como para competições.

Corrida do Tejo 2016 – Regresso feliz.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , , on 26 de Setembro de 2016 by José Pedro

14494643_10210699499309275_7810486204909299673_n

Pela quarta vez estive na linha de partida da Corrida do Tejo e sendo a minha estreia como representante do Centro de Marcha e Corrida do Jamor.

Cheguei cedo, fui ter com o resto do ” gang ” do Jamor e fui para o ultimo bloco de partida tentar aquecer um pouco as articulações. Como estive parado durante um mês e só voltei aos treinos à duas semanas, os primeiros dois quilómetros serviriam para aquecer e depois deixava ir conforme o corpo solicitasse.

Às 10 em ponto foi dado o tiro de partida. Juntei-me a dois membros do ” gang ” e até ao Alto da Boa Viagem fomos num ritmo descontraído para assim conseguirmos aquecer os músculos. A partir do terceiro quilómetro com os músculos aquecidos o corpo ficou mais solto e o ritmo aumentou naturalmente mas sem forçar.

5 km: 28:19 min.

O ritmo manteve-se estável durante vários quilómetros até que com o aproximar da meta naturalmente a passada tornou-se mais rápida. Mesmo na subida da praia de Oeiras o ritmo continuava a subir e no ultimo quilómetro cada membro do ” gang ” ficou por si. Mesmo tendo-me poupado bastante as pernas acusaram a falta de treinos e já não consegui meter a ” quinta velocidade ” que tanto gosto no final das corridas.

img_0587

Tempo Oficial: 55:58 min.

Tempo Real: 53:41 min.

diplomacorridatejo2016

Tendo em conta o tempo de paragem durante as férias pode-se dizer que a corrida correu dentro do previsto e que agora é preciso acelerar os treinos para meter-me novamente em boa forma.

percursocorridatejo2016

altimetriacorridatejo2016

7 anos depois estou de volta à Corrida do Tejo.

Posted in 2016 / 2017, Uncategorized with tags , , on 23 de Setembro de 2016 by José Pedro

corridadotejo_16

Domingo estou de regresso à Corrida do Tejo.

Participei durante 3 anos seguidos ( 2007 a 2009 ) quando o preço da inscrição compensava por ser das poucas, senão a única, que oferecia t´shirt técnica.

O que me afastou de tão mediática prova, para além do preço da inscrição, foi o facto de aumentar imenso o numero limite de participantes o que torna a partida uma grande confusão e a mudança do dia da prova que começou a coincidir com outras provas.

O dorsal apareceu sem contar com ele e assim vou aproveitar a prova para fazer mais um treino, conviver e divertir-me.

O estado físico não é dos melhores, como tal os resultados vão ficar para segundo plano.

Nike Zoom Vomero 9

Posted in 2016 / 2017 with tags , , , on 14 de Setembro de 2016 by José Pedro

wp_20160914_07_10_27_pro

Apresento o novo reforço para a presente época em substituição dos meus muito usados Nike Zoom Vomero 7: os Nike Zoom Vomero 9.

A minha escolha recaiu nestas sapatilhas por diversos factores:

  • Tenho-me dado muito bem com  Nike.
  • O antigo modelo encaixou nos meus pés que nem uma luva.
  • Este modelo é conhecido pelo seu bom amortecimento e estabilidade.
  • Ideal para todo o tipo de treinos e também para competições de estrada.
  • Preço – custou 46,00 € que para umas sapatilhas de topo é muito bom, mesmo sendo um modelo de 2015.

wp_20160914_07_10_50_pro

Agora é sair para a rua e verificar se foi uma boa compra!

Brevemente deixo aqui a minha opinião depois de serem testados em diversos treinos, de vários géneros e distâncias.

Uma nova vida para o meus velhinhos ” companheiros de estrada “.

Posted in Caminho Santiago, Uncategorized with tags , , , on 13 de Setembro de 2016 by José Pedro

dscf5815

Depois de mais de 900 quilómetros de corridas, os meus Nike estavam prontos para entrar na reforma e ter o seu merecido descanso, ou no máximo servirem só para os treinos de recuperação.

Já a pensar na reforma, os velhinhos  Nike tiveram que enfrentar mais um desafio no qual passou com distinção: 115 quilómetros pelos Caminhos de Santiago.

Muitos são da opinião que não é o calçado mais apropriado para tamanho empreendimento, mas eram os que eu tinha mais confiança para me sair bem e com o mínimo de mazelas possíveis.

Ao chegar diante da Catedral de Santiago de Compostela fiquei com a certeza que tinha feito a escolha acertada. Após muitos quilómetros de sobre e desce, por asfalto, trilhos de terra batida, por pedras soltas, calçadas, empedrados, os velhinhos  Nike levaram-me ao meu destino sem qualquer mazela nos pés.

Chegou a hora dos meus  “companheiros de estrada ” terem uma vida mais descansada e darem lugar a outros menos ” cansados ” e que me possam dar tantas alegrias como os meus velhinhos  Nike.

Balanço da época 2015 / 2016

Posted in Uncategorized on 2 de Agosto de 2016 by José Pedro

run3

Esta época foi um pouco diferente do normal. Na época anterior passei praticamente todo o tempo a recuperar de uma lesão e a ganhar um pouco de resistência para enfrentar sem problemas os 10 kms. A presente época tentei consolidar um pouco os treinos, apostei na resistência e fui bastante selectivo na escolha das provas em que participava.Fiz a minha estreia em algumas provas tradicionais, não faltei a algumas clássicas que já são obrigatórias  e por curiosidade a distância que mais vezes competi foi nos 15 kms.

Provas da época:

10 kms – 2

15 kms – 3

20 kms – 1

Meia-maratona – 2

Maratona – 0

Para a nova época os objectivos principais vão ser ganhar um pouco de mais de velocidade, participar em mais provas e aumentar a resistência para voltar a sonhar com mais uma participação na maratona.

X Memorial Francisco Lázaro – quente carrossel.

Posted in 2015 / 2016, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , , , on 13 de Julho de 2016 by José Pedro

Este é o ano de muitas estreias e no domingo estreei  mais uma corrida . Mesmo sendo numa zona que me diz muito sempre evitei participar devido à altura do ano em que se realiza e à tardia hora de partida.

Como é habitual da minha parte cheguei, bastante cedo. Equipei-me, fiz uns alongamentos e iniciei o aquecimento. Antes de ir para a linha de partida optei por me refrescar num bebedouro. O sol já castigava e para alem do carrossel de subidas e descidas ia ser a principal dificuldade para obter um bom tempo.

Captura de Ecrã (65)

Percurso

Dado o tiro de partida sai um pouco mais rápido que que estava a contar, já sabemos que por vezes a adrenalina manda mais que a cabeça. Mesmo sendo o inicio ligeiramente a subir ainda arranquei um 4:45 min/km no primeiro quilómetro. Tentei controlar o ritmo e mesmo na subida logo após segundo quilometro arranquei um promissor 5:03 min/km. Chegando ao terreno plano tentei estabilizar o ritmo temendo pagar caro mais tarde tamanha ousadia. Estudando mal o percurso não me preveni para a pior subida do percurso aos 4,5 km em pleno Monsanto.

5 kms: 25:27 min.

Foi quase um quilometro sempre a subir e com uma boa inclinação. Assim que cheguei ao retorno e já em descida, tentei recuperar um pouco as forças. A passagem por detrás do parque de campismo e feita numa descida bastante inclinada. O ritmo acelerou naturalmente mesmo tentando meter um ligeiro travão para não ir por ali a baixo descontroladamente. Mas foi sol de pouca duração, depois dos 7 kms apareceu mais uma longa subida. Optei por não forçar, meti o ” piloto automático ” para assim tentar poupar forçar para os últimos 2 kms que são quase sempre a descer. Repousei e refresquei-me bastante na descida para o túnel da Buraca e enfrentei a ultima dificuldade com determinação que foi mais uma subida logo após o túnel. Assim que me apanhei na descida deixei o corpo ir perto do seu limite, mesmo não conseguindo imprimir um ritmo que mais desejava por já estar desgastado. Entrei no campo do ” Fófó ” com vontade de ver a meta à frente, o calor e o desgaste faziam mossa só queria terminar bem.

Tempo oficial: 50:50 min.

Tempo Real: 50:33 min.

Captura de Ecrã (66)

Altimetria

Gostei imenso do percurso, tenho pena que o inicio da prova seja às 10 horas, que sendo realizada em Julho a temperatura já está bastante alta e podiam intervalar melhor os dois abastecimentos.

Captura de Ecrã (67)

Curiosamente o meu número de dorsal foi exactamente o mesmo que a minha classificação geral: 93.

Aqui está a prova do ” crime ” ao minuto 15:04