Meia-Maratona do Descobrimentos 2016 -São Pedro não foi amigo.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , on 5 de Dezembro de 2016 by José Pedro

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Domingo foi mais um dia de Meia-Maratona dos Descobrimentos. Cheguei cedo ao local de partida e rápidamente juntei-me aos outros membros do ” gang do Jamor “.  O dia estava bastante ” feio “, o que obrigou a um aquecimentos mais prolongado, a usar equipamento que para mim é pouco usual em corrida e posicionar-me na linha de partida o mais tarde possível.

Assim que foi dado o tiro da partida cada membro do ” gang do Jamor entrou no seu ritmo e cada um ficou por sua conta. Parti cauteloso e aos poucos fui entrando no ritmo que achava mais adequado ao meu estado físico. A chuva não dava descanso e quando mudamos de sentido por volta dos 2 kms apanhei o vento de frente, mesmo não sendo muito forte fazia-se sentir. Aos poucos, com alguma dificuldade o ritmo ia ficando mais vivo até chegar os 5 min/km.

5 km – 26:11 min.

Estava difícil de estabilizar o ritmo. O vento e as constantes mudanças de tragetória para evitar alguns perigos iam aparecendo devido à chuva iam tornando quase impossível manter-me  certo. Com o aproximar do quilómetro 10, veio a zona que menos gosto do percurso, o empedrado entre o Cais do Sodré e a Praça do Comercio. Neste local nunca consegui manter o ritmo e devido às inúmeras poças de água existentes tornei-me cauteloso e a passada ficou mais lenta.

10 km – 51:23 min.

Depois do empedrado tentei entrar no ritmo,  estava complicado mas aos pouco foi subindo até ao que eu achava ideal. Infelizmente não o consegui manter por muito tempo. À passagem dos 12,5 kms e com o respectivo retorno, o vento deixou de se fazer sentir, a chuva tinha abrandado bastante. Senti-me a ficar quente e tive que tirar o corta-vento e amarar à cintura o que me fez baixar novamente o ritmo. Sabendo que ainda ia apanhar empedrado no Rossio e novamente no Cais do Sodré tentei economizar algumas energias até passar por esta parte do trajecto que para mim é complicada e tentar fazer os últimos quilómetros mais certinho.

15 kms – 1:16:56 h

Aproveitei o abastecimento dos 15 quilómetros para alimentar-me, hidratar-me, refrescar-me, ajustar o equipamento à melhoria das condições climatéricas e preparar-me psicologicamente para os últimos 5 quilómetros. Meti o ” piloto automático ” nos 5:04 min./km e assim fui até cortar a meta.

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Tempo Real: 1:48:23 h

Tempo Oficial: 1:48:58 h

Foi a primeira vez que corri com as condições climatéricas tão adversas, o que serviu de aprendizagem para futuras corridas e sendo o meu primeiro objectivo ( fazer abaixo da 1:50 h ) alcançado. Tinha um segundo objectivo que não foi alcançado, mas que também não  o vou divulgar, ficará à espera de uma próxima oportunidade.

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Penso que foi a primeira vez que a organização da prova me tirou tanto tempo no tempo real, penso que tenha havido um erro na cronometragem. 

 

Prendas de Natal para um corredor…

Posted in 2016 / 2017, Dicas, Uncategorized with tags , on 17 de Novembro de 2016 by José Pedro

Aqui ficam sugestões de prendinhas para quem tem amigos / familiares com o “bicho” da corrida. Para mim quero a sugestão número 10!

Acho que não é pedir muito!

1 – Relógio com gps

É o melhor que se pode oferecer a um corredor… mas pensando bem seria pedir muito ao Pai Natal.

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2 – Ténis XPTO

Uns ténis ultimo modelo também não seria má ideia, o pior é o preço deles… e os baratinhos estão fora de questão!

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3 –  Auscultadores sem fios

Uns auscultadores com mp3 incluídos seria perfeito, evitava-se os fios e não era necessário ir com o peso do smartphone no braço.

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4- Massagem desportiva

Um voucher para uma massagem desportiva seria uma grande ideia, dada pelo próprio se tiver formação ou por um profissional. Depois de uma corrida não há nada melhor.

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5 – Hidratação e alimentação

Algo muito útil e que nunca é em excesso.: bebidas isotónico e gel/barra energético(a). Pode parecer estranho, mas é uma óptima prenda!

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6 – Meias desportivas.

Fica sempre bem oferecer meias, já é uma tradição de Natal… quando não nos lembramos de mais nada!

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7 – Inscrição na Corrida tão desejada.

Sempre é uma ajudinha para manter a motivação e “obrigar” a manter os treinos.

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8 – Óculos desportivos

São de uma utilidade extrema, usa-se quando está sol, chuva, vento e dá para o estilo! Faz-nos parecer verdadeiros profissionais!

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9 – Camelbak

Prenda para os corredores mais ousados e que tudo o que seja menos de uma maratona é coisa de meninos.

 

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10 – Vouchers personalizados

A mais barata e possivelmente a mais importante para todos os corredores: Vouchers personalizados.

Podem ser de vários géneros:

– Vale um apoio  numa corrida 10 kms / Meia-maratona / Maratona / Ultra-Maratona.

– Vale  boleia para uma corrida.

– Vale companhia para treinar.

– Vale abastecimento num treino longo.

Tantas coisas que se podem dar que não tem preço e que são de uma utilidade extrema.

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11 – Pulseira com identificação.

Quantas vezes não vamos treinar sozinhos e ninguém sabe onde estamos. É uma prenda útil se nos acontecer alguma coisa e deixamos os mais próximos descansados.

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Nota Importante:

Nunca dar t´shirts técnicas . Grande parte das corridas tem t´shirt técnica incluída na inscrição e o que um corredor não quer é mais uma para o molho.

Corrida das Castanhas 2016 -Estreia.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , , on 14 de Novembro de 2016 by José Pedro

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Finalmente fiz a minha estreia nesta corrida. Sai cedo de casa, deixei o carro na meta e dirigi-me para a linha de partida de autocarro.

Conhecendo minimamente as dificuldades do percurso, tinha em mente fazer uma abordagem calculista no primeiros 8 quilómetros que são um verdadeiro carrossel de sobe e desce, ficando assim resguardado para os últimos 2 quilómetros o resto da energia já que são sempre a descer.

Depois de um bom aquecimento com mais dois membros do gang do Jamor, lá fomos para a linha de partida.

Saímos com bastante calma, já que a estrada estreia não deixava espaço para muito mais. Os primeiros três quilómetros foram feitos tipo circuito à volta da Alameda Keil do Amaral, sempre com pequenas subidas ou descidas que não provocavam grande moça. A caminho do Pina Manique aproveitei uma boa descida para recuperar algumas energias e preparar-me para a maior dificuldade da prova.

5 km: 25:07 min.

Após o abastecimento tentei hidratar-me e refrescar-me tendo sempre o cuidado de não deixar cair muito o ritmo. A partir do quilómetro 6 a estrada começou a empinar e as dificuldades a aumentar. Tentei meter um ritmo certo de poupança, mas com o aumento da inclinação tive que baixar ainda mais o ritmo. Depois de 2 quilómetros sempre a subir iniciou-se a longa descida até à Ajuda. Numa primeira fase tentei recuperar o fôlego da longa subida e aos poucos e poucos fui aumentando o ritmo. A descida era tão acentuada e a velocidade era tanta que optei por pôr um limite para minha segurança. Terminei a prova a alta velocidade e cheio de energia.

Tempo Real: 47:35 min.

Tempo Oficial: 47:59 min.

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Gostei imenso da prova, principalmente por ser numa zona que conheço bem e que sai um pouco fora do eixo Algés / Cais do Sodré. No final um ” miminho ” da organização, castanhas assadas e água pé. A ” cereja em cima do bolo ” foi ter feito o melhor resultado na distância desde que voltei da lesão em 2015.

Fotos Patrícia Silva.

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Challenge 3000 – a primeira prova em pista.

Posted in 2016 / 2017, As minhas corridas, Uncategorized with tags , , , on 11 de Novembro de 2016 by José Pedro

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Pela primeira vez participei numa prova de pista. A prova tinha 3.000 metros e tínhamos que escolher um tempo que fosse realista para terminarmos a prova. Já que fazer em menos de 12 minutos é impossível para mim, escolhi a série de sub 15 minutos.

Como seria a primeira vez em pista e numa distância tão curta, encarei a corrida como uma série mais comprida e tendo em conta a minha forma física actual iria tentar fazer entre os 4:43 min/km e os 4:35 min./km.

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Depois de um bom aquecimento que a noite estava fria, dirigi-me para a linha de partida e posicionei-me um pouco mais atrás no pelotão. Parti bastante rápido, mas tive que abrandar já que passei nos 200 metros com 4:00 min./km. Procurei um ritmo que me fosse confortável e deixei-me ir sem grandes dificuldades. A 200 metros da meta tentei dar o pouco que ainda tinha de reserva e terminar bem este novo desafio.

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1º Km: 4:28 min./km

2º Km: 4:31 min./Km

3º km: 4:26 min./km

Tempo final: 13:34 min. – Média 4:28 min./km

Foi uma prova interessante já que é completamente diferente do meu habitual, tanto em distâncias como em tipo de terreno. Fiquei bastante satisfeito por superar o meu objectivo mais optimista e sem ter grandes dificuldades. Seria interessante voltar a participar para o ano e comparar os tempos.

P. S.: Tenho que confessar que senti algumas saudades de ter curvas para os dois lados e dos desníveis.

O mundo é feito de mudanças… mas deixem as clássicas em paz!

Posted in 2016 / 2017, Desabafos, Uncategorized with tags , , on 24 de Outubro de 2016 by José Pedro

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Quando participei pela primeira vez em 2010 nos 20 Km de Cascais podia-se afirmar que esta prova comparando com outras era única. A distância não é muito usual em Portugal, tinha um percurso dos mais belos e desafiantes do calendário nacional, as medalhas tinham uma letra e ao fim de 7 participações consecutivas completávamos a palavra Cascais e as t´shirts tinham por ordem de chegada os nomes de todos o participantes da edição anterior.

Na edição de 2014 perdeu-se a tradição dos nomes nas t´shirts para meu desconsolo, a medalha com a letra nem sei quando deixou da haver, a mudança da data para o fim-de-semana do Carnaval também não é nada benéfica e o golpe de misericórdia foi a alteração da distância para ser mais uma meia-maratona.

Uma prova com mais de 30 anos de sucesso deveria ser respeitada pela sua longevidade, tradição e formula de sucesso.

As escolhidas… até 2017.

Posted in 2016 / 2017, Calendário de Corridas, Uncategorized with tags , , , , , , , on 13 de Outubro de 2016 by José Pedro

As provas até ao final do ano já estão escolhidas:

Corrida das Castanhas

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Nunca participei nesta corrida, mas já ando a pensar nela desde a primeira edição. Aparentemente tem um percurso desafiador que foge dos percursos muito batidos ao longo do rio e com uma descida final que só poderá ser aproveitada por quem ainda tiver pernas. Estou muito curioso nesta minha estreia.

Meia-Maratona do Descobrimentos

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Esta prova já um clássico. Participei diversas vezes quando se realizava juntamente com a Maratona de Lisboa, o meu RP na distância foi obtido nesta prova em 2013, foi onde retomei as provas nesta distância depois de uma demorada lesão em 2015… digamos que é obrigatória no meu calendário. Tenho pena que este ano tenham retirado a subida no inicio da prova.

59º Grande Prémio de Natal

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Desde 2012 que não participo nesta prova e nas únicas duas vezes que realizei tive um final insólito. Em 2009 a prova teve menos 400 metros e em 2012 a prova terminou a 200 metros da meta porque o sistema de classificação tinha avariado. Espero que este ano não aconteça nenhuma destes imprevistos. O principal motivo que me levou a voltar a esta prova foi ter reparado que o percurso é fora do eixo Algés / Belém / Cais do Sodré o que torna a prova bastante aliciante.

São Silvestre da Amadora

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Para terminar bem o ano tenho em mente ir à São Silvestre da Amadora que por incrível que possa parecer será uma estreia. Sempre ouvi dizer bem do percurso e que os habitantes da Amadora vêm em peso à rua para apoiar os atletas. Vamos ver se é desta que estarei na mais emblemática São Silvestre de Portugal.

Nike Zoom Vomero 9 – já foram testados.

Posted in 2016 / 2017, Dicas, Uncategorized with tags , , , on 27 de Setembro de 2016 by José Pedro

wp_20160914_07_10_27_proDepois de quinze dias a treinar com os minhas novas sapatilhas Nike Zoom Vomero 9, em que fiz diversos tipos de treino ( séries, longos, recuperação e tempos ) e em diversos tipos de piso ( asfalto, empedrado, terra batida e relva ) já posso ter uma opinião concreta de sobre as características mais importantes para um corredor:

1 – Adaptação ao pé: o pé esquerdo adaptou-se facilmente, até parece que é uma sapatilha usada à muito. Quanto ao direito, sinto uma fricção fora do normal logo a seguir ao dedo grande que penso que com o tempo ficará resolvido.

2 – Conforto: muito confortáveis e bem ventilados.

3 – Estabilidade: são muito estáveis quando são usados no piso para o qual foram pensados, mesmo na terra batida e na relva. Em pedra solta nota-se que o seu desempenho já não é tão bom.

4 – Amortecimento: muito bom amortecimento, sente-se que o impacto com o chão é muito suave.

5 – Peso: Muito leve.

6 – Tipo de uso: é uma sapatilha multi-funções, tanto pode ser usada em treinos suaves como mais duros que o seu desempenho é sempre agradável.

Penso que fiz uma boa compra. É uma sapatilha que satisfaz as minhas exigências e que serve tanto para treinos como para competições.